Especialista em Incorporadoras
Para a construtora que passou a incorporar e descobriu que vender o próprio produto é um ofício diferente de executar a obra de outro.
A construtora que verticaliza chega à incorporação com um ativo enorme e um passivo invisível. O ativo é o histórico: décadas de obra entregue, engenharia respeitada, relação com fornecedor e com banco. O passivo é que nada disso está traduzido em marca para o comprador final, que nunca ouviu falar da empresa.
O primeiro reflexo costuma ser pedir a marca do prédio. Mas quando o grupo tem construtora, incorporadora e às vezes uma administradora dividindo o mesmo nome sem hierarquia definida, a confusão societária chega inteira ao stand. O comprador não entende quem responde pela entrega, e o corretor não sabe qual história contar.
Some a isso o modelo de receita. Na obra por empreitada o caixa vem por medição. Na incorporação o caixa vem da velocidade com que o estoque gira, e o marketing deixa de ser despesa administrativa para virar variável de fluxo.
Começamos pela arquitetura de marca do grupo, não pela marca do empreendimento. Definimos território, hierarquia e regra de aplicação para cada empresa da holding, com manual próprio, para que o comprador entenda em três segundos quem constrói, quem incorpora e quem responde pela entrega.
Só depois vem o produto: naming, conceito, key visual e o argumento que sustenta preço. Em paralelo montamos o enxoval comercial completo e o plano de mídia por fase, e instrumentamos o funil no CRM, porque a construtora normalmente chega à incorporação sem processo comercial próprio.
O histórico de obra é o maior argumento que uma construtora tem e quase sempre está subaproveitado. Transformamos anos de entrega em prova, com número de metros construídos, obras no prazo e portfólio verificável.
Na empreitada, o cliente da construtora é uma empresa ou um incorporador que contrata por proposta técnica, prazo e preço. A venda acontece em reunião, com orçamento e cronograma na mesa. Na incorporação, o cliente passa a ser uma pessoa física que compra na planta, tem receio de atraso e nunca ouviu falar da empresa.
Isso cria três tarefas que a construtora não precisava fazer antes: construir marca para o consumidor final, gerar demanda antes de o produto existir e dar ao corretor um argumento que sustente preço na mesa de negociação.
Muda também a rotina comercial. O lançamento exige CRM com todos os leads registrados, leitura semanal de cadastro, visita e proposta, e material próprio para cada fase. Em construtora essas funções costumam não existir, e a primeira campanha acaba sendo medida só pela quantidade de leads.
Hierarquia de marca: o nome do grupo assina o produto ou a incorporadora ganha marca própria. Essa escolha define o que vai no tapume, no contrato e no anúncio, e é difícil de mudar depois do primeiro lançamento.
Público do primeiro produto: faixa de preço, idade, renda e bairro de origem do comprador. Construtora que vem da obra industrial ou pública tende a desenhar o produto pela engenharia, e o comprador decide pelo estilo de vida.
Canal de venda: equipe própria, imobiliária parceira ou os dois. Qualquer formato funciona se todos os leads entram no mesmo CRM e marketing e comercial leem o funil juntos toda semana.
Verba: a referência que a Katsuki usa é de 2% a 4% do VGV para o marketing total do lançamento, somando marca, enxoval, stand e mídia. No primeiro produto, marca e enxoval pesam mais, porque não existe material anterior para aproveitar.
Busca no Google por bairro, tipologia e nome do empreendimento, porque é ali que está quem já procura imóvel na região. Meta Ads segmentado por renda e interesse para gerar demanda antes da abertura. Landing page por produto, atendimento por WhatsApp e todo cadastro entrando no CRM com a origem da campanha.
O histórico de obra entra como prova em todas as peças: metros construídos, obras entregues no prazo, fotos de obra em andamento e visita a empreendimentos prontos. Para quem compra na planta, essa é a resposta à pergunta que decide a compra: se o prédio vai ficar pronto.
O Grupo Scala, de Chapecó (SC), tem mais de três décadas de obras industriais e entrou na incorporação residencial conduzido pela segunda geração da família. Antes de nomear o primeiro prédio, a Katsuki estruturou quatro marcas com manual próprio: Grupo, Engenharia, Incorporadora e Dexa, a fábrica de pré-moldados, cujo nome saiu de dez alternativas.
O primeiro produto, o 447 | By Scala, tem 64 apartamentos de 66 a 89 m² e ticket médio na faixa de R$ 700 a R$ 800 mil, para um público de 25 a 40 anos. Em Tangará da Serra (MT), o mesmo caminho foi feito com o Grupo Tottal, que começou em obras públicas em 1993 e criou a incorporadora Casa Matiello e o primeiro empreendimento, o Fascino, no mesmo projeto.
marcas estruturadas com manual próprio
de legado reposicionados em um sistema de marcas
do primeiro briefing ao lançamento na rua
Hierarquia e regra de uso para cada empresa do grupo, com manual próprio.
Duas marcas que se apresentam juntas sem confundir o comprador.
O nome e a ideia central que sustentam o preço do primeiro lançamento.
Book, tapume, stand e peças digitais na mesma linguagem.
Verba e canais definidos para teaser, abertura e sustentação.
Origem, etapas e motivo de perda registrados desde o primeiro lead.
de VGV lançados sob nossa gestão
lançamentos realizados pelo nosso time
estados de atuação no setor de incorporação
exclusivos em marketing para incorporadoras
Mais de sete anos de atuação exclusiva no setor de incorporação, com método validado por mais de R$ 14 bilhões em VGV lançado sob gestão da Katsuki.
A construtora vende capacidade de execução para um cliente que já existe e já tem projeto. A incorporadora vende um produto que ainda não existe para um comprador que ainda não sabe que quer comprar. O primeiro caso é comunicação institucional e técnica. O segundo exige marca de produto, campanha por fase de lançamento e funil comercial instrumentado.
A Katsuki combina especialização imobiliária, criatividade e visão comercial para transformar marketing em frente estratégica de crescimento.

Uma construtora industrial de 33 anos decidiu entrar na incorporação. Pediu a marca do primeiro prédio. O diagnóstico da Katsuki mostrou que o problema era o grupo inteiro.
4 marcas
estruturadas com manual próprio: Grupo, Engenharia, Incorporadora e Dexa
33 anos
de legado reposicionados em um sistema de marcas
5 meses
do primeiro briefing ao lançamento do 447 na rua

Um vídeo gravado no plantão de vendas, com a equipe em pose de herói, estava entre os anúncios com melhor resposta da J.Cézar. A Katsuki transformou essa pose em quatro personagens, um para cada ajuda do primeiro imóvel, e numa campanha que a construtora usa em todos os canais.
4 heróis
um para cada ajuda do primeiro imóvel: subsídio, cartório, juros e FGTS
2 empreendimentos
Villa Esmeralda e Morada Villa Veneza, em Águas Lindas de Goiás
1 vilão
o boleto do aluguel, que volta todo dia 5

Uma família de construtores com três décadas de obra decidiu criar uma incorporadora de alto padrão e lançar, já de saída, o produto mais exclusivo da cidade. A Katsuki desenhou as duas marcas no mesmo projeto: a da empresa e a do primeiro empreendimento.
2 marcas
criadas no mesmo projeto: a incorporadora Casa Matiello e o empreendimento Fascino
6 unidades
uma por andar e um duplex, com lazer completo no rooftop
Italiano
padrão de naming definido para os próximos empreendimentos da Casa Matiello

9 jun 2026
15 out 2026

6 out 2026